Toma de Decisões Difíceis

1- Desenvolver os métodos para decidir melhor: tomada de decisão individual

  • Decidir como decidir: etapas do processo lógico-racional de tomada de decisão.
  • Pontos fortes e limites do método racional:
    • Avaliação do grau de incerteza da situação;
    • Análise e avaliação do risco na tomada de decisão.
  • Métodos para delimitar os problemas, estabelecer critérios e ponderar alternativas

2- Identificar e classificar o seu estilo de tomada de decisão

  • Autodiagnóstico das tendências individuais (pontos fortes e pontos a melhorar).
  • “Como tomo decisões?”
  • Tomar consciência dos automatismos pessoais na análise da informação:
    • Reações habituais em situações de crise e/ou de urgência.

3- Saber analisar a informação para decidir com eficácia

  • Racionalidade e intuição: processos opostos ou complementares?
  • Distorções e “armadilhas” na recolha e análise de informação para a decisão: ancoragem, disponibilidade e representatividade.
  • “De vitória em vitória até à derrota final”: evitar a escalada irracional de compromisso, ou como inverter ou redirecionar uma decisão inadequada.

4- Tirar partido dos sistemas de apoio à decisão

  • Decisão assistida por computador.
  • Ferramenta de tratamento de informação para apoio à tomada de decisão.
  • Antecipar cenários de aplicação da decisão para selecionar a informação pertinente.

5- Decidir individualmente ou em grupo?

  • “Várias cabeças pensam melhor do que só uma?” Vantagens e desvantagens da decisão em grupo.
  • Graus de participação na tomada de decisão: quando consultar os parceiros e colaboradores.
  • Problemas na tomada de decisão em grupo: procedimentos e técnicas para melhorar a qualidade da decisão.
  • Técnica de criatividade para a decisão em grupo:
    • Variantes do “brainstorming”
    • Técnicas de Grupo Nominal.

6- Passar da decisão à ação: como garantir a adesão dos outros

  • Comunicar decisões – como reforçar a eficácia persuasiva das suas mensagens:
    • Em reuniões (equipas, comités ou outros);
    • Num contacto individual.
  • Conseguir a responsabilização de todos os implicados na decisão.
  • Elaborar um plano de ação coerente com a natureza da decisão.
  • Saber avaliar a eficácia das decisões: O balanço do plano de ação.